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sábado, 29 de julho de 2017

Viva las vegas!

Ann-Margret e Elvis Presley durante as filmagens de VIVA LAS VEGAS de 1963.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

The Night Of The Hunter.
















The Night of the Hunter () é um filme norte-Americano de 1955, do gênero drama, dirigido por charles laughton e estrelado por Robert Mitchum, Shelley Winters e Lillian O roteiro de James Agee foi baseado no romance de 1953 do mesmo nome de Davis grubb.
O enredo centra-se num assassino em série corrupto que tenta seduzir uma viúva inocente e roubar 10,000 mil dólares escondidos pelo seu marido executado. (veja alguns clipes na área de comentários)
O romance e o filme chamar sobre a verdadeira história de Harry Powers, enforcado em 1932 pelo assassinato de duas viúvas e três crianças em clarksburg, Virgínia Ocidental.
O estilo lírico e expressionistas do filme, com sua inclinação na era do mudo, define-o para além de outros filmes de Hollywood das décadas de 1940 e 1950, e tem influenciado diretores posteriores como David Lynch, Martin Scorsese, Rainer Werner Fassbinder , Terrence Malick, Jim Jarmusch, Spike Lee, e os irmãos coen.
Em 1992, a noite do caçador foi considerada "Culturalmente, historicamente, ou esteticamente significante" pela biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e foi selecionada para preservação no National Film Registo.
A influente revista de cinema cahiers du cinéma selecionou a noite do caçador em 2008 como o segundo melhor filme de todos os tempos, atrás do cidadão kane.
Ver original

domingo, 30 de abril de 2017

Apanhado geral.

          Na mais importante revista da America latina, O Cruzeiro, um apanhado de críticas sobre os lançamentos da época, 1952, sob a óptica do colunista José Amádio.


          Bette Davis
          Aposente-se, senhora.

          Por que não aposentam Bette Davis? Por que ela própria não desiste? Por que não se entrega a realidade do tempo? É antes de tudo um espetáculo triste a gente constatar a agonia física e artística daquela que foi princesa da tela. Bette está causando engulhos aos seus fans de outrora. Seus olhar saltado, que antes impressionava, agora constrange. Sua pele, louçã em tempos idos, agora lembra pergaminho. Sente-se a batalha do make-up contra as rugas.  É algo quase sonoro, gritante. Onde está a Bette de ´´Servidão Humana´´? Em que caminhos do mundo se perderam os encantos daquela inesquecível Mildred? A velhice, em si, é um quase nada, uma circunstancia desagradável, digamos. O drama, para uma mulher, é não aceita-la. Está certo que lute, que se esforce mesmo para afastar de si as garras do tempo. Mas tudo tem um limite. Por isso, se eu estivesse ao lado de Bette, diria apenas:
          - Entregue-se.
          Em todo o caso, se o leitor discordar desta ladainha, vá ver o filme intitulado 'Mulher Maldita' (Another Man's Poison), um irritante melodrama, e verá se não tenho razão.


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          O convite (The Invitation), da Metro, tem suscitado os mais desencontrados comentários. Para uns, é ''um grande filme''; para outros, ''uma grande droga''. Resolvi fazer uma pequena enquete com cinco pessoas conhecidas, à porta do Metro Copacabana. Eis os resultados:
          De um brotinho:
          - Adorei!
          De um médico:
          - Boazinha a fita, mas não se pode determinar com precisão a morte de um doente cardio-mitral.
          De um ''playboy'':
          - O van fez um ótimo negócio. Eu faria o mesmo.
          De uma senhora cinquentona:
          - Emocionante! Vou ver de novo!
          De um crítico cinematográfico:
          - Um dramalhão barato.
          E agora? Concordar com quem? A película, indiscutivelmente, foi feita para o grande público. Possui todos os temperinhos capazes de agradar ao fan. Diverte, prende e emociona. Sob o aspecto cinematográfico , (já que a função do crítico é encarar o cinema como arte), é fraquinha, débil como a própria vida da heroína. Entretanto, o clima não chega a irritar, tanto mais que Dorothy MacGuire apresenta outros de seus habituais grandes desempenhos. Os coadjuvantes Louis Calhern e Ruth Roman também estão perfeitos em seus papéis. Van Johnson é o menos convincente, embora muito se esforce. O diretor Gotried Reinhardt revelou-se um bom condutor de atores. O resto, fica por conta dos argumentistas Paul Oborn e Monica Gallagher. A musica de Bronislau Kaper é oportuna; boa a fotografia de Ray June.

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          Ainda Há Sol Em Minha Vida (the blue veil) é uma película que vale, principalmente pelo desempenho de Jane Wyman. A história de François Campeaux cenarizada por Norman Corvin age na plateia como uma poderosa bomba de gás lacrimogênio. Um veterano fan de cinema informou-me que nunca vira tanto choro desde a exibição no Brasil, de Stela Dallas, A Mãe Redentora. Na verdade, a cronica suave e humana de uma jovem que perde o marido na guerra (de 14) e logo em seguida o filhinho, e resolve depois disso dedicar-se a criar filhos alheios, foi apresentado à tela com muita singeleza pelo diretor Curtis Bernhar'dt. A película compreende quatro aventuras diferentes vividas pela personagem principal. Curtis houve-se muito bem na condução desses retalhos de vida e, na verdade, não faz muitas concessões. O filme é bom e digno de aplausos. Merece ser visto. Entretanto, aqui vai um conselho: - Se você é um chorão (ou chorona) muna-se de um lencinho e prepare os olhos, porque lágrimas não faltarão. No elenco, figuram, Charles Laughton, Agnes Morehad, Joan Blondel, e outros. Produção de Jerry Wald e Norman Krasna (RKO) com música de Franz Waxman e fotografia de Franz Planer.

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Extraído de O CRUZEIRO, edição 13, ano IX, 13 de setembro de 1952.
       

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Anne Hathaway.


                       Ela nasceu em Nova York no bairro do Brooklyn no dia 12 de novembro de 1982 e foi batizada como Anne Jacqueline Hathaway. Cedo começou na carreira de atriz quando ainda era adolescente e foi a primeira e única a ser aceita no programa de teatro do premiado The Barrow Group em sua terra natal.
        Já como Anne Hathaway no cinema, estreou em 2001, com o papel de Mia Thermopolis, no filme Disney The Princess Diaries, no qual ela descobre ser uma princesa e que lhe deu a chance de atuar ao lado de Julie Andrews. De lá pra cá, fez inúmeros filmes e a consagração veio com O DIABO VESTE PRADA ao lado da veterana atriz  Meryl Streep em 2006. Pouco antes atuou como coadjuvante no clássico gay BROKEN MOUNTAIN  e eu nunca entendi a participação dela naquela película. Afinal, além de linda, sexi era muito jovem, destoando de uma esposa perfeita e dedicada de um dos integrantes deste triangulo.
                         Agora, com seu taleto e beleza, é a queridinha da vez de Hollywood.
                         Para mim é a namoradinha perfeita que todo o garoto sonha.




                         Alguns filmes da gata: